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<title>Departamento de Ciências Farmacêuticas</title>
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<updated>2026-09-05T17:11:08Z</updated>
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<title>Efeitos antitumorais e antiobesidade de compostos sintéticos, semi-sintéticos e formas farmacêuticas nanoestruturadas</title>
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<name>Rosa, Ana Gabriela</name>
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<updated>2020-08-27T03:45:03Z</updated>
<published>2020-08-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeitos antitumorais e antiobesidade de compostos sintéticos, semi-sintéticos e formas farmacêuticas nanoestruturadas
Rosa, Ana Gabriela
Os consumidores e os fabricantes de alimentos há muito tempo estão interessados em adoçantes dietéticos para substituir a sacarose nos alimentos, melhorando o sabor e reduzindo as calorias. Um substituto do açúcar é um aditivo alimentar que duplica o efeito da sacarose no sabor, mas geralmente tem menos energia alimentar. Entre estes substitutos encontra-se o sorbitol, um álcool de açúcar, naturalmente encontrado em frutas como maçãs, peras e cerejas. É aproximadamente 60% tão doce quanto a sacarose, porém com um valor calórico inferior, é solúvel em água, termoendurecível e por possuir essas características é utilizado como adoçante na fabricação industrial para diversos fins alimentares e possui importante papel na indústria farmacêutica. É amplamente usado como excipiente em medicamentos e como princípio ativo em laxativos, possui comprovada ação diurética e estudos mais recentes demonstraram atividade antitumoral frente a diversas linhagens celulares. Para uma molécula ser considerada como um potencial composto antitumoral, a citotoxicidade causada as células tumorais deve ser superior a causada as células não tumorais. Porém sabe-se que a ingestão consistente de edulcorantes alimentares pode induzir efeitos citotóxicos, genotóxicos e carcinogênicos nos indivíduos expostos, assim, há necessidade de mais estudos sobre o potencial efeito citotóxico e antitumoral do sorbitol de modo a chegar a uma conclusão científica sobre a sua segurança para o consumo humano. Portanto, este estudo propõe-se a analisar o potencial efeito citotóxico do sorbitol, utilizando duas linhagens celulares, a linhagem MCF-7 de células de adenocarcinoma de mama humano e a linhagem HEK293 de células epiteliais de rim humano, a fim de verificar a seletividade e potencial como antitumoral por meio de diferentes ensaios. O teste de citotoxicidade foi realizado utilizando dois métodos distintos, para saber se a citotoxicidade do sorbitol poderia ser relacionada a alguma organela específica. Sendo assim, o ensaio alamar blue permitiu avaliar a atividade mitocondrial e o ensaio vermelho neutro a atividade lissosomal. Os resultados demonstraram que as células tumorais e não tumorais expostas ao sorbitol tiveram uma viabilidade menor que as células do grupo controle, porém não houve preferência específica por organelas na citotoxicidade. Já com a análise de ciclo celular foi possível ver que a incubação das duas linhagens celulares com o sorbitol induziu um aumento significativo na fase subdiplóide (sub G0/G1), que corresponde à morte celular por apoptose. O potencial de membrana mitocondrial foi avaliado pelo uso do corante JC-1 e demonstrou uma diminuição significativa em resposta à incubação com diferentes concentrações de sorbitol em ambas linhagens, principalmente nas concentrações mais altas. E por fim, o ensaio de geração de espécies reativas de oxigênio (EROs), feito com o emprego da sonda de Diclorofluoresceína Diacetato (DCFH-DA), apontou uma maior sensibilidade da linhagem não tumoral HEK293 ao sorbitol, provavelmente porque as células tumorais em questão podem conseguir defender-se com mais efetividade da ação de EROs. A partir de todos esses resultados, presume-se um baixo ou nenhum potencial antitumoral do sorbitol, porém para confirmar essa hipótese seria necessário a realização de mais estudos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Ciências Farmacêuticas.
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<dc:date>2020-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento e caracterização de sistemas mucoadesivos com sucralfato  para tratamento da mucosite oral induzida pela terapia do câncer</title>
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<name>Ikeda, Karina Lika</name>
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<updated>2020-08-27T02:21:48Z</updated>
<published>2020-08-25T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Desenvolvimento e caracterização de sistemas mucoadesivos com sucralfato  para tratamento da mucosite oral induzida pela terapia do câncer
Ikeda, Karina Lika
O câncer representa um dos principais problemas de saúde do mundo, sendo&#13;
40% das neoplasias de cabeça e pescoço correspondente à cavidade oral. Quase&#13;
todos os pacientes que recebem terapia de radiação para câncer de cabeça e pescoço&#13;
desenvolvem mucosite oral, definida como uma inflamação da mucosa oral resultante&#13;
dos efeitos tóxicos dos agentes quimioterápicos ​​e da radioterapia. Atualmente, embora&#13;
seu impacto clínico seja significativo, não existe terapia para esta condição. Estudos&#13;
demonstram que o Sucralfato pode ser recomendado no tratamento e prevenção da&#13;
mucosite oral, uma vez que atua como citoprotetor, ligando-se a proteínas de carga&#13;
positiva nas erosões e úlceras da mucosa, formando uma barreira protetora e induz a&#13;
síntese de prostaglandinas, melhorando a produção de muco e fluxo sanguíneo para a&#13;
mucosa. Além disso, vários polímeros estão sendo investigados e utilizados no&#13;
desenvolvimento de formas farmacêuticas mucoadesivas, entre elas os hidrogéis têm&#13;
se mostrado uma forma promissora para administração oral de fármacos. Neste&#13;
contexto, foram desenvolvidos hidrogéis de Sucralfato com propriedades&#13;
mucoadesivas a partir da mistura dos polímeros Carbopol, HPMC e CMCNa por&#13;
metodologia já descrita na literatura, visando maior eficiência no tratamento da&#13;
mucosite oral por prolongar o tempo de residência do fármaco no local de ação e&#13;
permitir sua liberação diferenciada. A avaliação dos sistemas foi realizada por meio da&#13;
determinação do pH, espalhabilidade, viscosidade e teste de bioadesão in vitro. Com&#13;
base nos resultados obtidos foi possível demonstrar que a mistura entre diferentes&#13;
polímeros potencializou as características mecânicas e as propriedades biodesivas&#13;
dos hidrogéis. Ainda, a incorporação do Sucralfato otimizou a mucoadesividade dos&#13;
sistemas, evidenciando a capacidade do fármaco em se aderir à mucosa e protegê-la.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Ciências Farmacêuticas. Farmácia.
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<dc:date>2020-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Síntese de blocos de construção isoxazóis para a síntese de derivados bis-heterociclos potencialmente tripanocidas</title>
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<name>Fernandes, Cássio Ramos</name>
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<updated>2020-08-27T02:05:34Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Síntese de blocos de construção isoxazóis para a síntese de derivados bis-heterociclos potencialmente tripanocidas
Fernandes, Cássio Ramos
Doenças parasitárias causadas por protozoários Trypanosomatidae incluem a doença de Chagas, causada pelo Trypanosoma cruzi, e várias formas de leishmaniose, envolvendo diferentes espécies pertencentes ao gênero Leishmania. Diversos esforços têm sido feitos na busca de novos agentes terapêuticos, porém, a pesquisa e desenvolvimento de fármacos antitripanosomatídeos ainda é uma área. Portanto, há uma necessidade urgente de novos medicamentos eficazes, seguros e acessíveis, de preferência de uso oral. Nosso grupo de pesquisas tem desenvolvido projetos de planejamento e síntese de análogos estruturais às neolignanas naturais grandisina e veraguensina, aplicando diferentes estratégias de modificação molecular e ferramentas in silico na busca de um composto com amplo espectro de ação antiparasitária (antitripanossoma e antileishmania). Nesse sentido, o plano de trabalho proposto envolve a síntese de blocos de construção oximas e isoxazóis, utilizando irradiação por micro-ondas, para posterior uso na preparação de derivados bis-heterociclos. Adicionalmente, foi proposto também a construção de um banco de dados digital dos compostos sintetizados, contendo suas propriedades físico-químicas e eletrônicas. O trabalho teve início em fevereiro de 2020, porém, devido ao surgimento da Pandemia, o trabalho laboratorial sofreu um hiato inesperado, o qual foi suprido com atividades remotas como reuniões semanais (com o grupo do laboratório e parceiros da UFMG), seminários e mini cursos. O trabalho inicial (pré-Pandemia), foram realizadas funções auxiliares em pesquisas de projetos de mestrado em desenvolvimento no laboratório. Funções relacionadas, majoritariamente, às práticas de cromatografia, espectroscopia de ressonância magnética e reações de síntese orgânica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Ciências Farmacêuticas.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ensaio clínico randomizado duplo-cego para avaliação dos benefícios de MASQUELIER’s OPCs em uma população de agricultores exposto a pesticidas no sul do Brasil.</title>
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<name>Rodrigues, Natália Priscylla Santos</name>
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<name>Figueiredo, Amanda Cristina de</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212139</id>
<updated>2020-08-26T11:47:33Z</updated>
<published>2020-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Ensaio clínico randomizado duplo-cego para avaliação dos benefícios de MASQUELIER’s OPCs em uma população de agricultores exposto a pesticidas no sul do Brasil.
Rodrigues, Natália Priscylla Santos; Figueiredo, Amanda Cristina de
O estágio ocorreu no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago pertencente a Universidade Federal de Santa Catarina HU/UFSC no período de 1º de agosto de 2019 até 31 de junho de 2020 por duas bolsista, Amanda Figueiredo e Natália Rodrigues. Ao longo do estágio foram realizadas técnicas relacionadas ao Projeto intitulado de “Ensaio clínico randomizado duplo-cego para avaliação dos benefícios de MASQUELIER’s OPCs em uma população de agricultores exposta a pesticidas no Sul do Brasil”. Com o objetivo de avaliar os efeitos da ingestão do extrato da semente de uva nos marcadores de danos de DNA e o estresse oxidativo de uma população de agricultores expressivamente expostos a pesticidas. Sendo um primeiro período sem a utilização do extrato e após oito semanas com a ingestão do mesmo. A amostra da pesquisa será composta por 80 agricultores do município de Santo Amaro da Imperatriz - SC, mas o início das avaliações com o extrato teve que ser adiada devido a atual situação de isolamento social por conta da pandemia da Covid-19, impedindo a reunião com os agricultores para a realização da pesquisa. Antes da pandemia da Covid-19, foi realizado um projeto piloto com 30 agricultores, e na comparação com indivíduo controles os níveis de danos no DNA se mostraram estatisticamente elevado nos agricultores, confirmando a hipótese do risco aumentado desses trabalhadores expostos aos agrotóxicos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Ciências Farmacêuticas.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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