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<title>Simpósio de Crítica de Mídia</title>
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<updated>2026-04-04T11:48:55Z</updated>
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<title>2º Simpósio de Crítica de Mídia - Como fazer para criticar? : caderno de resumos</title>
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<name>Simpósio de Crítica de Mídia (2. : 2018 : São Paulo, SP)</name>
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<updated>2018-12-03T12:45:14Z</updated>
<published>2018-09-28T00:00:00Z</published>
<summary type="text">2º Simpósio de Crítica de Mídia - Como fazer para criticar? : caderno de resumos
Simpósio de Crítica de Mídia (2. : 2018 : São Paulo, SP); Silva, Gislene (Org.); Soares, Rosana de Lima (Org.)
O 2º. Simpósio de Crítica de Mídia – Como Fazer para Criticar? foi organizado pelos grupos de pesquisa MidiAto – Grupo de Pesquisa em Linguagem: Práticas Midiáticas (ECA-USP) e Crítica de Mídia e Práticas Culturais (UFSC e USP) entre os dias 27 e 28 de setembro de 2018, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Seu objetivo foi discutir a atualidade e a aplicação dos estudos de crítica e, mais especificamente, de crítica de mídia, em um debate reunindo teóricos e críticos para responder à questão proposta. Seus debatedores são pesquisadores consolidados na área da pesquisa em comunicação e artes, ou também críticos profissionais de reconhecida atuação nos meios de comunicação, ambos em diálogo destinando suas intervenções a um público amplo de estudantes de graduação e pós-graduação, além de interessados em geral. O evento foi uma promoção de Metacrítica – Rede de Pesquisa em Cultura Midiática e contou com o apoio do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão, do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais (PPGMPA) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da ECA-USP.
Em sua segunda edição, a temática do evento atravessa os campos da comunicação em suas interfaces com o audiovisual (televisão, rádio, cinema, documentário), o jornalismo e as artes (literatura, artes visuais, musica), observados por meio de uma atualização das teorias críticas tradicionais, buscando um movimento de retomada em tempos de julgamento, de opinião e de necessidade de critérios para avaliar a proliferação de práticas midiáticas à luz de suas vinculações econômicas, políticas, sociais, entre outras. Nesse sentido, a programação engloba perspectivas teóricas sobre a crítica, a prática da crítica e suas perspectivas metodológicas, colocando a própria atividade crítica em questão. Os objetos que emergem do campo das mídias são preferencialmente tomados em seus hibridismos, representações e mediações, e se oferecem a uma análise complexa e contundente. Seus debatedores são pesquisadores consolidados na área da pesquisa em comunicação e artes, ou também críticos profissionais de reconhecida atuação nos meios de comunicação, ambos em diálogo destinando suas intervenções a um público amplo de estudantes de graduação e pós-graduação, além de interessados em geral. Os simpósios de crítica de mídia apresentam tanto exercícios críticos, em trabalhos que tratam de práticas midiáticas, como de metacrítica, nos trabalhos em perspectiva reflexiva. Os pesquisadores se dispõem, cada um a sua maneira, a observar objetos empíricos em circulação nas mídias, a refletir sobre algumas condições de produção e a problematizar a finalidade da crítica, especialmente em momentos de grandes desafios como os que vivemos atualmente no Brasil. Juntos, assumem a responsabilidade e a urgência de tomar a crítica de mídia como uma tarefa acadêmica e, sobretudo, apontar para seus aspectos éticos e políticos.
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<dc:date>2018-09-28T00:00:00Z</dc:date>
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<title>I Simpósio de Crítica de Mídia - Como criticam os que criticam? : caderno de resumos</title>
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<name>Simpósio de Crítica de Mídia (1. : 2017 : Florianópolis, SC)</name>
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<name>Silva, Gislene (Org.)</name>
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<updated>2019-07-01T15:37:56Z</updated>
<published>2017-09-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">I Simpósio de Crítica de Mídia - Como criticam os que criticam? : caderno de resumos
Simpósio de Crítica de Mídia (1. : 2017 : Florianópolis, SC); Silva, Gislene (Org.)
O I Simpósio de Crítica de Mídia – como criticam os que criticam? apresenta tanto exercícios de crítica, em trabalhos que tratam de objetos/práticas midiáticas, como de metacrítica, nos trabalhos em perspectiva teórica e reflexiva. Os pesquisadores se dispõem, cada um à sua maneira, a observar objetos concretos/empíricos (produtos, processos e discursos) efetivamente em circulação nas mídias, a estudar algumas condições de produção e a problematizar a finalidade política da crítica. Juntos, assumem a responsabilidade e a urgência de tomar a crítica de mídia como uma tarefa acadêmica.
A crítica como tarefa acadêmica Para pensar a crítica de mídia há incontáveis perguntas na busca de respostas que deem conta da complexidade e necessidade desta tarefa. Pode-se perguntar sobre as naturezas da crítica de mídia, os lugares onde se encontram, quais sujeitos a praticam, que diferenças há entre análise e crítica de mídia, quais as perspectivas teóricas que as orientam. A partir da variedade de indagações se abrem as possibilidades, igualmente diversas, de se estudar a crítica de mídia em diferentes instâncias ou modalidades: a) na percepção de parâmetros, do “como fazer para criticar”, observando a operacionalizaçãodo ofício do crítico e, quando no campo do jornalismo, com atenção para implicações éticas e estéticas da cobertura dos acontecimentos noticiados; b) no estudo das críticas de mídia que circulam pela própria mídia, feitas por aqueles especialistas reconhecidos como críticos, ou seja, que possuem saberes que o público não domina. c) na crítica de mídia como um gênero textual, praticado pelos especialistas a partir de determinadas convenções reconhecidas pelo público, possibilitando sua circulação junto a ele em espaços já institucionalizados, como jornais, revistas, blogs, entre outros. d) nas experiências metacríticas, em termos de conteúdo e forma, das inovações estéticas e estilísticas veiculadas na própria mídia, que, ao propor um novo formato ou gênero, empreendem uma crítica àquilo estabelecido como padrão, realizando-a não como uma análise sobre a mídia, mas no próprio fazer midiático; e) nos modos de leitura e perfis do público de crítica de mídia; f) nas interações sociais de crítica, nas quais receptores criticam de maneira dispersa e informal materiais veiculados nas mídias, não apenas questionando fundamentos da produção midiática como, principalmente, marcando lutas identitárias e disputas por hegemonia e reconhecimento; g) no estudo das “teorias da crítica”, teorizando sobre os modos de “como criticam os que criticam” e de “como fazer para criticar” e h) na crítica de mídia noticiosa como recurso didático-pedagógico para ensino e formação de profissionais, como jornalistas, por exemplo, e para o trabalho de formação de leitores críticos de produtos midiáticos.  Neste simpósio promovido pelo Grupo de Pesquisa Crítica de Mídia e Práticas Culturais, na Universidade Federal de Santa Catarina, alguns pesquisadores da área da Comunicação se dedicam a discutir questões em torno da seguinte pergunta: como criticam os que criticam? As disposições de pesquisadoras e pesquisadores se complementam pelo esforço em trabalhar por diferentes perspectivas teóricas de críticas, pensar a crítica de instituições e processos midiáticos de modo mais geral, fazer o exercício de crítica de objetos midiáticos particulares – com destaque para os do campo do Jornalismo – e de objetos midiáticos que se mostram críticos em si mesmos. Para além de possíveis respostas sobre os modos de se fazer a crítica de mídia, tais estudos trazem novas perguntas e problemas. As apresentações se iniciam buscando desdobramentos teóricos abertos e atuais para a abordagem crítica. Em “Transformações e atualidade da teoria crítica”, Vera Veiga França (UFMG) avalia o comprometimento da mídia com o interesse coletivo e com a justiça social, realizando uma recuperação de importantes matrizes da teoria crítica e seus desdobramentos para os estudos da comunicação. José Luiz Aidar Prado (PUC-SP), em “Crítica de mídia em perspectiva aberta”, examina o tema da polarização pós 2013 no Brasil a partir da questão dos afetos, situando a crítica a partir de distintas correntes teóricas. Rogério Christofoletti (UFSC) preocupa-se com a ética jornalística e a crítica de mídia em “Padrões de manipulação no jornalismo brasileiro: fake news e a crítica de Perseu Abramo 30 anos depois”, sugerindo alguns avanços nas proposições do autor, especialmente em face dos fenômenos da pós-verdade e das chamadas fake news. Em “Acontecimento e problemas públicos: elementos para uma crítica de cobertura jornalística”, Terezinha da Silva (UFSC) analisa a cobertura que as revistas Veja e Carta Capital realizaram da delação de executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato fazendo a crítica da cobertura jornalística na percepção do acontecimento. A recuperação de dados advindos da publicação de conteúdo jornalístico publicado nos meios digitais enseja uma crítica de mídia de maneira extensiva e ampliada. Em “Análise crítica de portais especializados em cobertura meteorológica”, María Luísa Sánchez (Universidad Complutense de Madrid) investiga tendências e posicionamentos da informação meteorológica em portais especializados. E em “Etnografia como abordagem teórico-metodológica em estudos de crítica de mídia”, Lívia de Souza Vieira (UFSC) propõe a utilização da etnografia baseada na teoria ator-rede, de Bruno Latour, para os estudos de newsmaking. Pensando a crítica de maneira estendida, nas abordagens possíveis entre a tomada artística e ficcional de diferentes narrativas, Thiago Venanzoni (USP), em “Modos de narrar, formas de descrever: processos de (trans)crição de um corpo”, analisa três obras audiovisuais, recuperando descrições e narrações sobre corpos em disputa no campo político e suas formas de sociabilidade. Finalmente, em “Crítica de formatos digitais a partir de experiências em web arte”, Andrea Limberto recupera experiências da internet como ponto de partida para uma investigação sobre como o trabalho com recursos digitais tem informado criticamente os circuitos de produção midiática adotando, como estudo de caso, os trabalhos de Lucas Bambozzi e Fábio Fon. O evento conta ainda com a participação especial do crítico de cinema e tradutor José Geraldo Couto, que, a partir da ideia de “Crítica do juízo, juízo da crítica”, discute questões como a relevância da crítica, a dimensão criativa e especializada da tarefa do crítico, as pressões do mercado, a proliferação de espaços novos de crítica na internet e a política tratada em aspectos cinematográficos.   Temos, então, neste I Simpósio de Crítica de Mídia – como criticam os que criticam? tanto exercícios de crítica, em trabalhos que tratam de objetos/práticas midiáticas, como de metacrítica, nos trabalhos em perspectiva teórica e reflexiva. Os pesquisadores se dispõem, cada um à sua maneira, a observar objetos concretos/empíricos (produtos, processos e discursos) efetivamente em circulação nas mídias, a estudar algumas condições de produção e a problematizar a finalidade política da crítica. Juntos, assumem a responsabilidade e a urgência de tomar a crítica de mídia como uma tarefa acadêmica.  Gislene Silva Rosana de Lima Soares Setembro de 2017 / UFSC; Nota: Ficha catalográfica em arquivo separado
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<dc:date>2017-09-20T00:00:00Z</dc:date>
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