<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC)</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/178941" rel="alternate"/>
<subtitle>CIATox/SC</subtitle>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/178941</id>
<updated>2026-09-23T07:47:41Z</updated>
<dc:date>2026-09-23T07:47:41Z</dc:date>
<entry>
<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2024</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265452" rel="alternate"/>
<author>
<name>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago</name>
</author>
<author>
<name>SES/SC, Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265452</id>
<updated>2025-06-02T14:13:49Z</updated>
<published>2025-06-02T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2024
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; SES/SC, Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Desde que iniciou suas atividades, em 1984, há 40 anos o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) realizou 376.596 atendimentos de suporte ao diagnóstico e tratamento de intoxicações. No ano de 2024 foram realizados 28.910 atendimentos, dos quais 28.201 (97,6%) foram casos de exposição humana, 146 (0,5%) casos de exposição animal e 563 (1,9%) solicitações de informação, sem a existência de vítima exposta. Houve um aumento de 11% em relação aos atendimentos do ano de 2023. Além do atendimento, foram realizados 25.414 acompanhamentos de casos até o seu encerramento. Como atividades de educação e ensino, além das participações em congressos e palestras, o CIATox/SC ofereceu estágios para acadêmicos das Residências Multiprofissional e de Urgência e Emergência e, na Graduação, para os Cursos de Medicina, Farmácia, Biologia e Design. Os grupos de agentes responsáveis pelo maior número de atendimentos foram os Medicamentos (29,6%) seguidos pelos Animais Peçonhentos/Venenosos (21,4%). A maioria das solicitações foi proveniente do Estado de Santa Catarina, sendo 21,7% da macrorregião da Grande Florianópolis. Os meses quentes são os de maior ocorrência de atendimentos, principalmente em decorrência do aumento do número de casos de animais peçonhentos. A maior parte das solicitações foi realizada por profissionais da área da saúde (89,4%), principalmente médicos (84,9%) provenientes de Hospitais (53,5%), Unidades de Pronto Atendimento (27,1%) e Unidades Básicas de Saúde (8,8%). Ligações telefônicas das residências ocorreu em 7,6% dos casos. Em relação aos casos humanos a exposição ocorreu principalmente nas residências (73,0%). A distribuição dos casos humanos por sexo foi superior no feminino (54,0%) em relação ao masculino (46,0%). Observa-se a predominância das exposições na faixa etária dos adultos jovens de 20 a 29 anos (18,7%) seguida de 30 a 39 anos (15,9%) e nas crianças de 1 a 4 anos (13,2%). A principal circunstância de exposição foi acidental (42,3%), seguida das tentativas de suicídio (25,6%) e de acidente ocupacional (5,8%). A via oral foi a mais frequente, ocorrendo em 41,5% dos casos; seguida da mordida/picada ou contato com animais peçonhentos ou não peçonhentos (29,6%).  Conforme a Classificação de Gravidade Final e o escore de gravidade de intoxicações (Poisoning Severity Score – PSS) os casos foram classificados como: leve (67,5%), seguida pela moderada (2,4%), grave (1,7%), nula (0,8%) e fatal (0,3%). Na maior parte dessas exposições o paciente apresentou-se curado (70,4%). Ocorreram 89 óbitos no total de 28.201 casos humanos atendidos. Destes, 75 casos (0,3%) foram óbitos relacionados à intoxicação e 14 casos (0,05%) foram óbitos por outra causa. A maior taxa de letalidade foi por Drogas de Abuso (5,69%).
</summary>
<dc:date>2025-06-02T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2023</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/255456" rel="alternate"/>
<author>
<name>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago</name>
</author>
<author>
<name>Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/255456</id>
<updated>2024-07-01T12:50:47Z</updated>
<published>2024-06-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2023
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Desde que iniciou suas atividades, em 1984 (há 39 anos), o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) realizou 347.686 atendimentos de suporte ao diagnóstico e tratamento de intoxicações. No ano de 2023 foram realizados 26.146 atendimentos, dos quais 25.567 (97,8%) foram casos de exposição humana, 137 (0,5%) casos de exposição animal e 442 (1,7%) solicitações de informação, sem a existência de vítima exposta. Houve um aumento de 26% em relação aos atendimentos do ano de 2022. Além do atendimento, foram realizados 23.063 acompanhamentos de casos até o seu encerramento. Como atividades de educação e ensino, além das participações em congressos e palestras, o CIATox/SC ofereceu estágios para acadêmicos das Residências Multiprofissional e de Urgência e Emergência e, na Graduação, para os Cursos de Medicina, Farmácia, Biologia e Design. Os grupos de agentes responsáveis pelo maior número de atendimentos foram os Medicamentos (31,3%) seguidos pelos Animais Peçonhentos/Venenosos (22,7%). A maioria das solicitações foi proveniente do Estado de Santa Catarina, sendo 22,4% da macrorregião da Grande Florianópolis. Os meses quentes são os de maior ocorrência de atendimentos, principalmente em decorrência do aumento do número de casos de animais peçonhentos. A maior parte das solicitações foi realizada por profissionais da área da saúde (89,1%), principalmente médicos (83,1%) provenientes de Hospitais (54,7%), Unidades de Pronto Atendimento (25,4%) e Unidades Básicas de Saúde (8,9%). Ligações telefônicas das residências ocorreu em 7,8% dos casos. Em relação aos humanos a exposição ocorreu principalmente nas residências (76,4%). A distribuição dos casos humanos por gênero foi superior no gênero feminino (54,5%) em relação ao masculino (45,5%). Observa-se a predominância das exposições na faixa etária dos adultos jovens de 20 a 29 anos, seguida de 30 a 39 anos e nas crianças de 1 a 4 anos. A principal circunstância de exposição foi acidental (46,2%), seguida das tentativas de suicídio (27,4%) e de acidente ocupacional (5,6%). A via oral foi a mais frequente, ocorrendo em 43,1% dos casos; seguida da mordida/picada ou contato com animais peçonhentos ou não peçonhentos (34,1%).  Conforme a Classificação de Gravidade Final e o escore de gravidade de intoxicações (Poisoning Severity Score – PSS) os casos foram classificados como gravidade final: leve (69,6%), seguida pela moderada (2,7%), grave (1,9%), nula (0,8%) e fatal (0,3%). Na maior parte dessas exposições o paciente apresentou-se curado (43,4%). Ocorreram 78 óbitos no total de 25.567 casos humanos atendidos (0,3%). Destes, 58 casos (0,2%) foram óbitos relacionados à intoxicação e 20 casos (0,1%) foram óbitos por outra causa.
</summary>
<dc:date>2024-06-27T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2022</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249263" rel="alternate"/>
<author>
<name>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago</name>
</author>
<author>
<name>Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, Superintendência de Serviços Especializados e Regulação</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249263</id>
<updated>2023-08-11T11:56:10Z</updated>
<published>2023-08-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2022
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, Superintendência de Serviços Especializados e Regulação
</summary>
<dc:date>2023-08-09T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2021</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238378" rel="alternate"/>
<author>
<name>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago</name>
</author>
<author>
<name>Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, Superintendência de Serviços Especializados e Regulação</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238378</id>
<updated>2022-08-24T12:00:12Z</updated>
<published>2022-08-24T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2021
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, Superintendência de Serviços Especializados e Regulação
Desde que iniciou suas atividades, em 1984 (há 37 anos), o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) realizou 300.792 atendimentos de suporte ao diagnóstico e tratamento de intoxicações. No ano de 2021 foram realizados 19.482 atendimentos, dos quais 19.042 (97,7%) foram casos de exposição humana, 137 (0,7%) casos de exposição animal e 303 (1,6 %) solicitações de informação, sem a existência de vítima exposta. Houve um aumento de 7,6% em relação aos atendimentos do ano de 2020. Além do atendimento, foram realizados 17.839 acompanhamentos de casos até o seu encerramento. Como atividades de educação e ensino, além das participações em congressos e palestras, o CIATox/SC ofereceu estágios para acadêmicos das Residências Multiprofissional e de Urgência e Emergência e, na Graduação, para os Cursos de Medicina, Farmácia, Biologia e Design. Os grupos de agentes responsáveis pelo maior número de atendimentos foram os Medicamentos (31,9%) seguidos pelos Animais Peçonhentos/Venenosos (23,5%). A maioria das solicitações foi proveniente do estado de Santa Catarina, sendo 23,2% da macrorregião da Grande Florianópolis. Os meses quentes são os de maior ocorrência de atendimentos, principalmente em decorrência do aumento do número de casos de animais peçonhentos. A maior parte das solicitações foi realizada por profissionais da área da saúde (87,05%), principalmente médicos (78,30%) provenientes de Hospitais (55,05%), Unidades de Pronto Atendimento (23,05%) e Unidades Básicas de Saúde (8,17%). Ligações telefônicas das residências ocorreu em 11,01% dos casos. Em relação aos humanos a exposição ocorreu principalmente nas residências (80,01%). A distribuição dos casos humanos por gênero foi superior no gênero feminino (53,86%) em relação ao masculino (46,14%). Observa-se a predominância das exposições na faixa etária das crianças de 1 a 4 anos e nos adultos jovens de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos. A principal circunstância de exposição foi acidental (49,47%), seguida das tentativas de suicídio (28,95%) e de acidente ocupacional (5,98%). A via oral foi a mais frequente, ocorrendo em 46,38% dos casos; seguida da mordida/picada ou contato com animais peçonhentos ou não peçonhentos (36,40%). Conforme a Classificação de Gravidade Final e o escore de gravidade de intoxicações (Poisoning Severity Score – PSS) os casos foram classificados como gravidade final: leve (91,5%), seguida pela moderada (4,0%), grave (2,1%), nula (1,2%) e fatal (0,3%). Na maior parte dessas exposições o paciente apresentou-se curado (73,65%).  Ocorreram 49 óbitos no total de 19.042 casos humanos atendidos (0,26%). Destes, 40 casos (0,21%) foram óbitos relacionados à intoxicação e 9 casos (0,04%) foram óbitos por outra causa. A circunstância mais frequente, nos casos que evoluíram a óbito, foi a tentativa de suicídio com 30 casos (75,0%). Na distribuição dos casos de óbitos de acordo com o sexo houve pouca diferença entre o sexo masculino correspondendo a 22 casos (55,0%) e 18 casos foram observados no sexo feminino (45,0%).
Relatório anual dos atendimentos realizados pelo CIATox/SC, no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2021.
</summary>
<dc:date>2022-08-24T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
