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<title>Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</title>
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<subtitle>Comunidade Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</subtitle>
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<updated>2026-05-10T08:21:49Z</updated>
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<title>ALTERAÇÕES CURRICULARES DE UMA ESCOLA SEPTUAGENÁRIA: UM ESTUDO SOBRE AS GRADES DOS CURSOS DE FORMAÇÃO SUPERIOR EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEF/UFRGS</title>
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<name>Fraga, Alex Branco</name>
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<name>Wachs, Felipe</name>
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<name>Bastos, Ana Paula</name>
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<updated>2015-01-07T20:32:01Z</updated>
<published>2010-12-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">ALTERAÇÕES CURRICULARES DE UMA ESCOLA SEPTUAGENÁRIA: UM ESTUDO SOBRE AS GRADES DOS CURSOS DE FORMAÇÃO SUPERIOR EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEF/UFRGS
Fraga, Alex Branco; Wachs, Felipe; Nunes, Rute Viégas; Bossle, Cibele Biehl; Bastos, Ana Paula; Breunig, Felipe Freddo
O artigo é oriundo de um estudo sobre os currículos de formação superior em Educação Física da ESEF/UFRGS em 70 anos de existência. O objetivo geral foi evidenciar elementos que mobilizaram alterações curriculares marcantes ao longo deste período. Para tanto, realizamos um mapeamento das grades curriculares de 1941 a 2010 por meio dos seguintes documentos: registros de graus, catálogos de cursos, página da UFRGS na internet entre outros. Através de análise documental destacamos seis “pontos de tensão” que se constituíram a partir de, e ao mesmo tempo mobilizaram, importantes alterações curriculares: 1) currículos da ESEF e o marco regulatório educacional 2) vinculação das disciplinas aos diferentes departamentos; 3) separação dos percursos curriculares de homens e mulheres; 4) proporcionalidade entre disciplinas obrigatórias e eletivas; 5) surgimento e expansão dos estágios obrigatórios; 6) fortalecimento da pesquisa na formação inicial. Por recobrir todo o período analisado, e se articular mais densamente com os demais, aqui nos concentramos exclusivamente no primeiro ponto. Concluímos que a pressão exercida pelo marco regulatório educacional sobre os cursos de formação da ESEF/UFRGS foi mais intensa em três grandes momentos: federalização da escola em 1970, mudanças curriculares de 1987 e divisão licenciatura/bacharelado em 2005
Artigo publicado na Revista Movimento - Edição Especial ESEF 70 Anos
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<dc:date>2010-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação Institucional na ESEF: O desafio de uma construção coletiva</title>
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<name>Marques, Cíntia Bueno</name>
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<name>Palma, Míriam Stock</name>
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<name>Fonseca, Cintia Cibele</name>
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<name>Brauner, Mário Roberto Generosi</name>
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<updated>2015-01-07T20:32:00Z</updated>
<published>2010-12-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação Institucional na ESEF: O desafio de uma construção coletiva
Marques, Cíntia Bueno; Palma, Míriam Stock; Fonseca, Cintia Cibele; Brauner, Mário Roberto Generosi
Este artigo tem por objetivo apresentar algumas reflexões sobre a caminhada que o Núcleo de Avaliação da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NAU/ESEF/UFRGS) vem trilhando na área da avaliação institucional. Após uma breve contextualização histórica da avaliação do Ensino Superior nas Universidades brasileiras e, mais especificamente, na UFRGS, discorremos a respeito da metodologia empregada pelo NAU da ESEF no processo avaliativo desenvolvido dentro da Unidade. A partir desta experiência de construção coletiva, trazemos alguns questionamentos acerca do tema, na tentativa de contribuir para discussões que possam vir a ocorrer em diversos âmbitos.
Artigo publicado na Revista Movimento – Edição  Especial: ESEF 70 Anos
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<dc:date>2010-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A COLABORAÇÃO NA PRODUÇÃO DE ARTIGOS DOS PROFESSORES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO MOVIMENTO HUMANO DA ESEF DA UFRGS ENTRE 2007 a 2009: ANÁLISE DE REDE SOCIAL</title>
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<name>Job, Ivone</name>
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<name>Freitas, Karen Ribeiro de</name>
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<updated>2015-01-07T20:32:00Z</updated>
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<summary type="text">A COLABORAÇÃO NA PRODUÇÃO DE ARTIGOS DOS PROFESSORES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO MOVIMENTO HUMANO DA ESEF DA UFRGS ENTRE 2007 a 2009: ANÁLISE DE REDE SOCIAL
Job, Ivone; Freitas, Karen Ribeiro de
O pesquisador solitário é uma figura distante da contemporaneidade. O trabalho colaborativo na comunidade científica se expandiu enormemente no século XX apoiado pela tecnologia da informação. Para tal quadro contribuíram a utilização dos recursos eletrônicos e o acirramento da competitividade no meio acadêmico e em outras organizações. A colaboração em rede fortalece laços entre pesquisadores e instituições, que, desta forma, gerem os recursos e as atividades interdisciplinares de pesquisas e contribuem para o sustento mútuo na construção do saber científico. Este artigo visa contribuir para a identificação das redes de colaboração dos professores do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Movimento Humano (PPGCMH) da UFRGS, no período de 2007 a 2009, referente ao último triênio de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Foram identificados 204 artigos e 280 autores nos artigos publicados. Os resultados apontam no sentido de uma rede colaborativa em construção, com poucas ligações entre os professores e mais entre os grupos de pesquisas. Este artigo pretende contribuir para estudos no campo da produção científica da educação física, e como um instrumento às atividades de investigação e de possibilidades de intercâmbio institucional.
Artigo publicado na Revista Movimento – Edição  Especial: ESEF 70 Anos
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<dc:date>2010-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>REVISTA MOVIMENTO: ANÁLISE DOS SENTIDOS E DA REPERCUSSÃO DE UM PERIÓDICO QUE "SE FAZ" NO CAMPO DA EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA</title>
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<name>Stigger, Marco Paulo</name>
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<name>Freitas, Maitê Vênuto de</name>
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<name>Rydz, Solange</name>
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<name>Myskiw, Mauro</name>
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<updated>2015-01-07T20:31:59Z</updated>
<published>2010-12-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">REVISTA MOVIMENTO: ANÁLISE DOS SENTIDOS E DA REPERCUSSÃO DE UM PERIÓDICO QUE "SE FAZ" NO CAMPO DA EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA
Stigger, Marco Paulo; Freitas, Maitê Vênuto de; Rydz, Solange; Myskiw, Mauro
Identificando a revista Movimento como uma instituição vinculada à história da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, nesse artigo buscamos compreender como ocorreu o processo da sua produção/repercussão, a partir do momento em que se especializou como um periódico da educação física em interface com as ciências humanas e sociais (2003-2010). As respostas vinculadas a esse objetivo foram obtidas a partir de análises de entrevistas semiestruturadas realizadas com editores e ex-editores do periódico, assim como com pessoas em destaque no contexto da acadêmico/científico da Educação Física Brasileira; também foram analisados documentos vinculados à produção periódica em geral à revista Movimento em particular. Pode-se concluir que o processo de especialização da revista se vinculou à tensão existente no campo acadêmico/científico da Educação Física Brasileira. O sentido deste periódico não é redutível à socialização do conhecimento, mas engloba, também, um sentido de representatividade e de avaliação/classificação no campo, com profundos vínculos com a pós-graduação, com quem tem uma imbricação visceral. Isto fez parte de um processo que se impulsiona no momento de sua especialização e outros esforços vinculados às lógicas do campo científico. A revista Movimento é, assim, produto e resultado do seu desenvolvimento e do desenvolvimento da subárea das socioculturais, onde se consolida como um capital.
Artigo publicado na Revista Movimento – Edição  Especial: ESEF 70 Anos
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<dc:date>2010-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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